




O
samurai
Magnus
Foi naquela ponte que te encontrei
Você estava debaixo da chuva espessa
Logo percebi o que se passava em sua cabeça
Como pode, alguém como você pensar isso?
Estendi minha mão, e você a recusou
Quem diria que nos encontrariamos
novamente
Desta vez, foi você quem estendeu a mão,
E eu a segurei
Na terceira vez que
nos encontramos,
não foi nada agradável
Fui lhe ver com o pretexto de devolver-lhe algo
Não me agradava vê-la daquele jeito
Atrás daquelas barras de madeira
Mas você não parecia se importar
Eu sabia que no fundo você estava odiando aquilo
Você negava, fingia que tudo estava bem
Mas eu não aceitei aquilo
Tirei-lhe a força, enfrentei a todos que apareceram
Mesmo estando com minhas mãos vazias
Depois fugimos
Corremos até o rio
E te coloquei no barco
Mas eles nos seguiram
E quando nos alcançaram, soltei o barco
No tempo de dois riscos no ar, nos despedimos
Você cercada por água
E eu cercado por sangue.