




Ieda
D'anton
Medrado
Tocar a tua pele
de seda
É dádiva que me negas,
E mesmo o mel de teus beijos,
Ieda Tu não entregas.
Teu corpo que tanto
desejo
Teus lindos seios, tua malícia,
Candura que em teus olhos vejo
Tão meigos como uma carícia.
A tua visão rouba-me
o sono
Parece que brincas comigo
Vivo sempre no abandono;
Talvez Ieda, amá-la
seja para mim um castigo.
