




Prerrogativa
da alma
Cesar
Poletto
Dura alma solta
no salão
Teus gostos de tangerina
Não são nuances, tais espectros
Ginga faceira na aba do fel
Fel doce que me engasga
Irrefutáveis céus de enseada
Nada veste meia à passarada
Doce vítreo que meu
esôfago esmaia
Sem dor de dentro, sem perigalho
Um gole seco à aragem cortante
Mesa que se janta, instante
Cruzadores pregam dores
na cruz
Pena de inhambus, desenterram poros
De peles mais valentes que as dantes.
Pele cuidadosamente tramada
A amar e crescer amada.