




Carpe
diem ex nunc
Cesar
Poletto
Quando parar de respirar
Mantenha as narinas em torpor
Para a minhoca entrar
Quando gélido se tornar
Mantenha o espasmo no rigor
Para a lombriga se acomodar
Quando iniciar a inchar
Mantenha pouco do fluido a dispor
As bactérias irão se refestelar
Quando tornar osso e
pó
Mantenha a fé na vida e no amor
E comece a aproveitar.