




Que
quimera quer?
Cesar
Poletto
Uma nota carregada e
dissipadora
Aliteração dos sentidos, reunindo
Trazendo para si, a onomatopéia
Dali, do recôndito âmago, aflora
Sapeca um beijo na canção de aurora
Exaustiva e orquestral, genial!
Ludwig Van, Wolfgang Amadeus
Ó Taprobana, venha me dar pios salpicados,
Devagarinho
Um passo no espinho, à esconsa
Respondendo, suspirando, extasiando
Papéis grosseiros afinar-se-ão às pelicas
Ode à relíquia!
Intróitos, sentimentos redundantes, intensos,
Helicoidais
E havia bastantes mais, sufrágio
Vai-te à Passárgada, encontre o rei
Duas delicadas nozes, mascará
No vão dos dentes, ficará
Senão, não serei
Profira-lhe tuas delícias, tuas dores
Teus pífios amores, incolores
Perquira bastantes cais, a mais
Nas montanhas e nas Gerais
E tenha tais, as quais nem mais, rejeitam-te
Aceita-te
Enfeita a lata fosca que cobre a alma
Consuma teus brigadeiros como se raros fossem...
São!
À sombra desta única, cata o chapéu, a túnica
E completa teu passeio no jardim.