Gaveta do Autor - O portal do escritor na rede

A mão que escreve
Sérgio Lopes

 


Letras gravadas no papel
São lágrimas a turvar o alvo brancor
Das coisas em si
No breve instante em que assim se refletem
Na abóbada mutável do próprio céu

Múltiplas voltas traça a pena
Co’ela o turbilhão das penas minhas
Tantas voltas desenha o mundo,
Atrás de si os traços deixando,
De que me valho nessas linhas

Pétalas ontem tenras, hoje sem cor
A despencar da memória aos olhos
Águas da purificação
A regar o claro terreno plano
Onde hei de plantar minha dor.

S

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