




Sem
título 2
Marília
Gonçalves
A noite do trigo
a fome do pão
cada puto antigo
a beber o chão
Mordem as searas
os sóis vagabundos
nestas pedras raras
que não parem mundos
Espadas de neve
tomem minha mão
cornetim do ódio
desta negação.