




Não
há nada de novo no front
Samuel da
Costa
Somente aquela velha
guerra suja, subterrânea, covarde
E uma triste constatação
Que você deveria estar ao meu a lado
Mas não está
Sou eu aldeia
Sou eu árvore
Sou eu selvagem
Sou eu livre
Sou eu caído e derrotado
Tentando constatar o óbvio
Não há nada de novo
no front
Somente aquela velha guerra suja, subterrânea, covarde
Que não acaba
E deveria acabar
Mas que já acabou
Mas não acaba
Que deveria ter acabado
Sou eu caído e derrotado
Constatando o óbvio
Que não mais guerras para lutar...