




Amigos
de guerra
Marcel
Luna
O Mercury, líquido venenoso
Um Deus entre os homens
Morreu prostrado, sida-nou si foi
O Garret ficou no inferno
de amar,
Suas folhas caíram em Lisboa
Lá morreu e renasceu em Sá-Carneiro,
Mas ainda não foi reconhecido
Quase ganhou bodas de bode
Inferno de mar o do
Pessoa,
Uma mensagem a qual
Cabral ainda não desvendou
Deve ser Amado, cansado de guerra
O ferreiro da gula é
santo de nascença,
Aboliu a má ingestão
Vozes, veladas,Velosos, simbolista tropical
Ficou no corpo de Castelo Branco
Há muitos Lobos soltos,
vorazes
Parnasianos aguados, Arianos
Nos meus Dias românticos insisto em ser ufanista
Num quadro cubo futurista
Retorno a Camões ele
é límpido
Ele é dos Anjos
O divino virou meu pop outro dia
Pura irmandade dos Campos Elíseos
Beijo o concretismo
do concreto,
Sem saber que eu nem assino
O moral de Morais não está em dúvida,
Muito maluquinho
Amigos meus presos nos livros.