




Última
ceia
João
Felinto Neto
Não tenciono remover do mundo
Sua fé estóica
Mas, abrandar
Esse mirrado punho
Que sustem a espórtula
Quem se abstém
Da mesa que está posta?
É a última ceia
Mesmo que os olhos de Deus
Já não veja,
O mundo morre de fome
Às suas costas.
