Gaveta do Autor - O portal do escritor na rede

Uma carta anônima
João Felinto Neto

 


Eu mergulhei em lágrimas contidas,
De uma paixão inibida
E platônica
Pois, me dei conta,
Que eu sempre seria
Uma carta anônima

Mantinha boa distância,
Daquela que eu mais queria
Nascia em mim, a esperança,
Quando de perto, a via

Será que um dia, leria,
Nos olhos deste que a ama
Ou nunca perceberia
E para sempre eu seria
Apenas uma carta anônima?

J

Início

Verso

Prosa

Colunas

Notícias

Lançamentos

Multimídia

Concursos

Papel de Parede

Livros grátis

Copyright © Gaveta do Autor
Todos os direitos reservados
gavetadoautor@uol.com.br

Livraria Cultura

João Felinto Neto