Gaveta do Autor - O portal do escritor na rede

Cárcere estreito
João Felinto Neto

 


Onde habitas, liberdade,
No meu crânio ou no meu peito?
A razão me desfigura a vontade,
Por direito
O meu coração, sem jeito,
Só me faz sentir saudade

Sou feliz na ilusão de que sou livre,
Vôo na imaginação
Todavia, me acorda o coração,
Chorando triste
Em seu pranto, ainda insiste
Em chamar minha atenção:
- Não se esconda da paixão,
Pois ela existe

E cativo em um cárcere estreito,
Na mais fria solidão,
Perco a razão,
Golpeio mortalmente o peito.

J

Início

Verso

Prosa

Colunas

Notícias

Lançamentos

Multimídia

Concursos

Papel de Parede

Livros grátis

Copyright © Gaveta do Autor
Todos os direitos reservados
gavetadoautor@uol.com.br

Livraria Cultura

João Felinto Neto